ISSN (on-line): 2238-3182
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CAPES/Qualis: B2
Relação do álcool com sintomas ansiosos e depressivos em estudantes universitários na região de Barbacena
Alcohol relation with anxious and depressive symptoms in college students in the region of Barbacena
Agatha Fenelon Coutinho; Ana Beatriz Nogueira Botelho; Letícia Macedo da Silva; Luma Fialho Magalhães; Marcela Ferreira Gomes; Pedro Barbosa Bandeira; Carlos Eduardo Leal Vidal
Faculdade de Medicina de Barbacena, Barbacena, Minas Gerais – Brasil
Endereço para correspondênciaAutor correspondente:
Marcela Ferreira Gomes
marcelafgomes@yahoo.com.br
Resumo
OBJETIVO: Analisar os estudantes de medicina e a influência da ingestão alcoólica em sintomas ansiosos e depressivos e investigar o fator determinante para tal abuso.
MÉTODOS: Estudo transversal, através de questionários presenciais, com questões de idade, gênero, estado civil, se possui filhos, período que cursa, se trabalha, satisfação com o curso e notas, além dos questionários AUDIT, BAI e BDI-II. Foram excluídos os alunos que não responderam os itens pessoais, alunos do internato,os que não quiseram assinar o TCLE ou responder os questionários.
RESULTADOS: Amostra de 340 alunos, 64,1% sendo mulheres e 94,4% solteiros. Avaliados estudantes do ciclo básico e ciclo clínico, com grande satisfação em relação ao curso e menor satisfação relacionada ao desempenho. No AUDIT, 65,6% dos alunos são abstêmios ou de baixo risco. Nos questionários, identificou 70% de alunos com sintomas ansiosos mínimos e 68,8% de sintomas depressivos mínimos ou ausentes. Correlação fraca entre AUDIT e BAI,correlação forte entre BAI e BDI. AUDIT e BDI-II associados evidenciaram maior ansiedade associada ao uso de álcool. Mulheres têm maior prevalência em sintomas ansiosos e depressivos e maior dependência ao consumo alcoólico. Ciclo clínico apresentou mais sintomas depressivos. Maior pontuação no AUDIT pelos solteiros.
CONCLUSÃO: Maior prevalência de ansiedade e depressão em mulheres e maior problema ao uso de álcool. Maior prevalência de depressão nos alunos do ciclo clínico mas sem diferença de consumo de álcool entre os períodos. Forte relação entre sintomas ansiosos e depressivos. Ansiedade possui maior correlação com abuso de álcool.
Palavras-chave: Medicina. Depressão. Ansiedade. Alcoolismo.
INTRODUÇÃO
A reflexão acerca da relação do álcool e, principalmente de seu abuso em associação a sintomas ansiosos e depressivos, surge de maneira impactante na sociedade brasileira.1
É de suma importância apontar a relação entre o alcoolismo e as doenças psiquiátricas mencionadas, dado que os estudantes da área de saúde são diretamente afetados pelo uso abusivo de álcool.2 A ingestão desenfreada de substâncias como o álcool afetam o sistema nervoso central, inibindo funções essenciais, gerando uma queda na atividade motora, além de iniciar um ciclo vicioso por ser visto como uma válvula de escape para situações estressantes.3 Sendo assim, é considerável a apresentação dessa relação negativa entre tal droga depressora e os sintomas de ansiedade e depressão, para alertar os alvos citados.2
A literatura relata que a prevalência de transtornos psiquiátricos em estudantes universitários cresceu exponencialmente.1 A mudança de ambiente de vivência e estudos, de ciclo social, responsabilidades e rotina são grandes fatores que predispõem ao surgimento desses quadros.2 É uma fase de transição para a vida adulta com intensas mudanças e marcada pela instabilidade e a incerteza. Além disso, nesta fase, que compreende dos 18 aos 25 anos, é muito comum a ocorrência de comportamentos autodestrutivos, como o uso exagerado de álcool e algumas drogas.4
Em decorrência das mudanças comportamentais previstas nessa faixa etária, as alterações psíquicas e pensamentos autodestrutivos iniciam um ciclo vicioso no jovem, em que o abuso de álcool traz sintomas ansiosos e depressivos em indivíduos com tais transtornos, e eles acabam utilizando o álcool como válvula de escape. Diante a esse momento de mudanças e desenvolvimento de um novo papel social, pode provocar uma confusão de identidade.4 Sendo assim, a construção de um paralelo entre abuso de substâncias e o ajustamento psicológico desta fase se faz possível.5
Globalmente, estima-se que aproximadamente 4% e 4,5% da população mundial sofre com ansiedade e depressão, respectivamente. Existe uma discrepância na prevalência entre os casos descritos de ansiedade em cada região do mundo, tal ocorrência se dá pela subnotificação e pelo reduzido número de diagnósticos desse transtorno.6 No continente americano as prevalências médias de ansiedade e depressão são de aproximadamente 6,5% e 5%, respectivamente.1
Especificamente, em relação aos estudantes da área da saúde, a prevalência desses transtornos é difícil de ser aferida pois há muita discrepância entre artigos.7 Alguns apresentam prevalência muito alta (acima de 50%) e outros com prevalências mais próximas do esperado pela OMS, sendo o artigo que apresentou o menor percentual foi de 4,4% no estudo de Newbury-Birch de 2001 e o maior foi de 61% no estudo de Helmers de 1997.6 O consumo de álcool entre estudantes universitários é de interesse público devido às consequências que o abuso dessa substância pode causar a esse grupo e a terceiros por ação direta ou indireta dos estudantes. O uso de álcool por estudantes universitários chega a ser de 75% a 90,4%,2 demonstrando o uso dessa substância por uma parcela muito maior se comparada com a população brasileira no geral.
Neste contexto, o projeto tem por foco analisar, principalmente nos estudantes de Medicina, elementos que influenciam o consumo indiscriminado de álcool,8 sua correlação com transtornos de ansiedade e depressão e a classificar o fator determinante para tal excesso.
MÉTODOS
O estudo é do tipo corte transversal e foi realizado na cidade de Barbacena- MG, uma cidade com pouco mais de 126 mil habitantes no interior de Minas Gerais. A pesquisa foi feita por meio de um formulário presencial, de forma anônima, englobando os estudantes dos cursos de graduação da Faculdade de Medicina de Barbacena-MG. O formulário inclui questões sobre idade, gênero, estado civil, se possui filhos, período do curso, se trabalha além de estudar, satisfação com o curso e satisfação com as próprias notas. O formulário também inclui três questionários já existentes, sendo um para detectar uso abusivo de álcool (questionário Alcohol Use Disorders Identification Test- AUDIT), com sua versão em português sendo validada por pesquisadores em uma amostra de 547 universitários de Fortaleza (CE),9 e os outros dois para detectar sintomas depressivos e ansiosos (questionário de Beck: Beck Anxiety Inventory- BAI e Beck Depression Inventory- BDI-II). O AUDIT (Anexo 1) é um instrumento de avaliação desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde, tendo sua validação portuguesa em 2002, e possui grande importância para adequada triagem e diagnósticos ligados ao álcool, apresentando uma sensibilidade de cerca de 87,8% e especificidade de cerca de 81%.10 Já os questionários de BECK (Anexo 2 e 3) possuem relevância nos diagnósticos de ansiedade e depressão, com sensibilidade de cerca de 94,4% e especificidade de cerca de 90,6%,11 além de poderem ser correlacionados com doenças em paralelo, como o alcoolismo.
Foram excluídos da amostra quaisquer alunos dos internatos de emergência, rural e hospitalar (9º, 10º, 11º e 12º períodos), devido a dificuldades logísticas de contactar os alunos desses períodos, além de uma baixa taxa de adesão dos estudantes do internato. Houve a tentativa do grupo de realizar parte da pesquisa por meio de questionários on-line mas tais questionários também entraram em exclusão, assim como dos alunos que não informaram qualquer um dos itens citados como critérios de inclusão e os alunos que não quiseram responder os questionários ou não quiseram assinar o termo de consentimento.
Os dados de cada participante foram registrados em planilhas do programa Excel. Foram construídas tabelas para distribuição de frequências, médias e desvio- padrão para as variáveis estudadas. Foram utilizados testes de associações como o teste do qui-quadrado e o teste de Fischer para variáveis categóricas, além do teste t de Student para variáveis contínuas. A relação entre as variáveis estudadas foi avaliada por meio de testes de correlação. A análise estatística foi realizada no software SPSS versão 25.0. O nível de significância adotado foi de 5%.
Todos os participantes assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O estudo foi conduzido de acordo com as recomendações da Resolução 466 do Conselho Nacional de Saúde, e foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina de Barbacena (parecer 5.513.625).
RESULTADOS
A amostra foi constituída por 340 estudantes, a maioria do sexo feminino (64,1%), solteiros (94,4%), sem filhos (95,3%) e que não tinha outra atividade profissional (92,9%). Foram avaliados alunos do primeiro ao oitavo período, divididos em dois grupos: pré-clínico, do primeiro ao quinto período (55,6%), e clínico, do sexto ao oitavo período (44,4%) (tabela 1). A grande maioria declarou satisfação alta ou muito alta com o curso (94,1%), com menor percentual em relação ao próprio desempenho (62%).

Com relação à pontuação obtida no AUDIT, a maioria dos estudantes (65,6%) se enquadrou na categoria de abstêmios ou de bebedores de baixo risco (tabela 2). Para a ansiedade, 70% dos alunos relataram sintomas mínimos ou leves de ansiedade (tabela 3). Percentual semelhante (68,8%) foi obtido com relação à presença de sintomas depressivos mínimos ou ausentes (tabela 4).



Utilizando os valores contínuos das escalas, evidenciou-se uma correlação fraca entre a pontuação da escala Audit e da escala BAI. Uma correlação forte foi encontrada entre as pontuações da escala BAI e da escala BDI-II (BECK) (tabela 5).

O cruzamento dos dados entre a escala AUDIT e BAI, de acordo com os pontos de corte estabelecidos, indicou que maior ansiedade está associada a uso problemático de bebidas alcoólicas,ou vice-versa (p=0,034). O mesmo foi observado para a associação entre os valores do AUDIT e BDI-II (p=0,05).
Na análise de dados da tabulação cruzada, as mulheres apresentaram mais sintomas depressivos em relação aos homens (p=0,000). Não houve diferença entre pontuação na escala de BDI-II e estado civil (p=0,44). Alunos do ciclo clínico tiveram mais sintomas depressivos quando comparados aos do ciclo básico (p=0,025). As mulheres apresentaram mais sintomas ansiosos em relação aos homens (p=0,001). Não houve diferença entre pontuação na escala BAI e estado civil (p=1,00). As mulheres apresentaram mais problemas com relação ao uso de bebidas do que os homens (p=0,043). Os alunos solteiros apresentaram maior pontuação no AUDIT (p=0,005) em comparação aos alunos casados. Não houve diferença na pontuação do questionário AUDIT quando comparamos alunos do ciclo básico com os do ciclo clínico (p=0,11).
DISCUSSÃO
Segundo estudo envolvendo universitários de medicina, o aumento do consumo de álcool está associado a fatores relacionados à inserção destes nesse ambiente, como o anseio pela independência, a necessidade de socialização e a maior oferta de bebidas alcoólicas presente em eventos universitários.12 Em outro estudo realizado na Bahia, reafirma que a droga é empregada na tentativa de diminuir os sintomas ansiosos, além da percepção de maior confiança e desinibição na vida social.13 Conforme os dados apresentados, observamos forte correlação entre o ingresso na Faculdade de Medicina ao uso abusivo de substâncias alcoólica, entretanto no atual estudo não apresentou essa prevalência nos primeiros períodos. De acordo com o estudo publicado no Jornal da USP, evidenciou que no avanço do curso, o consumo de álcool aumenta.14 Em contrapartida, na presente pesquisa, não houve diferença significativa entre o consumo no ciclo básico e clínico.
Com base nos dados desse estudo, o sexo feminino apresentou forte relação entre as variáveis de sintomas depressivos e ansiosos comparado ao sexo masculino. Assim como, observou-se que os resultados encontrados apontam que cerca de 53% das mulheres e apenas 35% dos homens apresentavam provável quadro de ansiedade.15 Dados epidemiológicos evidenciam que mulheres apresentam maior chance no desenvolvimento de transtornos psiquiátricos ao longo da vida, apesar de não apresentarem dados que justifiquem a afirmativa, alguns fatores genéticos e hormonais são apontados como discussão alvo.16
De acordo com estudo realizado em 2004 de base populacional, na qual foram investigados a parcela de 2.177 indivíduos adultos, foi demonstrado prevalência do sexo masculino no uso indiscriminado de álcool (29,2%) em relação ao sexo feminino (3,7%), resultado este que seguia as tendências da população adulta brasileira e os resultados de pesquisas com estudantes. Porém, o presente estudo obteve dados divergentes dos registrados anteriormente, com prevalência de 56,4% em mulheres e 43,6% em homens, inversão já observada em dados do Ministério da Saúde do ano de 2019 que destacam aumento do consumo de álcool de 42,9% entre as mulheres, refletindo nos estudos atuais.17
No atual estudo, os sintomas depressivos foram mais prevalentes no ciclo clínico quando comparados ao ciclo básico, a intensificação dos conteúdos do curso, a vivência com pacientes doentes, prognósticos ruins e a aproximação com a entrada no mercado de trabalho são variáveis a serem consideradas na obtenção de tais valores. Mas ainda assim, apesar da prevalência acentuada a partir do 3° ano de curso, a ocorrência de depressão apresenta-se acompanhando o estudante durante todo seu percurso acadêmico.18
Ademais, os dados evidenciam que os solteiros apresentaram maior taxa de alcoolismo, o que está diretamente relacionado ao estilo de vida, já que estes indivíduos possuem uma vida social mais ativa, com maior frequência de encontros em bares e festas, que são locais propícios e, normalmente, escolhidos para a prática de binge drinking ou ‘beber pesado episódico', termo usado na ocorrência de uso excessivo do álcool em um certo evento.19
Há considerável concordância nos dados obtidos entre sintomas ansiosos e a concomitância de sintomas depressivos evidenciado pela forte correlação entre os questionários aplicados. Em um estudo realizado na Universidade Federal de São João Del-Rei abrangendo cursos da área da saúde evidenciou ainda que, além da correlação entre as patologias, a prevalência de tais sintomas é predominante na área da medicina, com baixos indicadores para os demais cursos avaliados.20
Entre os principais achados desse estudo, ressalta-se a confirmação do proposto apresentado com correlação positiva entre consumo abusivo de álcool, e principalmente, sintomas ansiosos. Tais sintomas afetam não só o próprio estudante no curso da graduação, mas também seus pacientes e sua forma de enfrentar o mercado de trabalho em geral, causando adversidades para além de sua formação.21
Este estudo possui algumas limitações que merecem discussão. Primeiramente se trata de um estudo transversal impossibilitando uma inferência causal quanto a dependência do álcool e sua correlação com sintomas ansiosos e depressivos. Outra questão a ser discutida seria o conteúdo delicado abordado nos questionários que podem gerar omissão de informações influenciando diretamente os resultados. A generalização dos resultados deve ser analisada com cautela já que o estudo não corresponde à totalidade da população, representando apenas uma parte dela. Além do exposto, a exclusão dos 9⁰,10°,11°,12° períodos ainda representa forte limitação do estudo e a baixa adesão dessa amostra, correspondente ao internato, já era um fator previsto.
CONCLUSÃO
A partir dos dados encontrados nesta pesquisa, foi possível observar uma diferença relevante entre a prevalência de sintomas ansiosos e depressivos nas mulheres em relação aos homens da instituição. Nos estudantes do ciclo clínico também pode-se observar um aumento nos resultados, sendo exemplificados pela rotina e pela maior responsabilidade nesses períodos do curso. Referente ao uso de álcool, aponta-se as mulheres com maior prevalência no abuso de álcool, podendo também se relacionar aos dados anteriores sobre os sintomas de ansiedade e depressão.
Perspectivas desta pesquisa englobam evidenciar e correlacionar o consumo indiscriminado de álcool com transtornos de ansiedade e depressão, apresentando resultado positivo para esta associação.
Em consonância com os resultados apresentados em nosso estudo, destaca- se a importância de abordagens preventivas e de conscientização no ambiente universitário, visando à promoção da saúde mental dos estudantes e à redução do consumo prejudicial de álcool. Além disso, o trabalho enfatiza a necessidade de medidas específicas para lidar com os fatores contribuintes para o uso excessivo de álcool, principalmente entre estudantes da Faculdade de Medicina de Barbacena.
AGRADECIMENTOS
A realização só foi possível devido algumas ajudas essenciais. Agradecemos ao Dr. Carlos Eduardo Leal Vidal por nos orientar e colaborar na finalização do trabalho. Ao Dr Mauro Eduardo Jurno por cada reunião e instrução. E por cada aluno da faculdade que respondeu o questionário.
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