RMMG - Revista Médica de Minas Gerais

Volume: 27. (Suppl.1) DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/2238-3182.20170011

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Artigos Originais

Vulnerabilidade ao HIV/AIDS entre universitários de Barbacena - MG

Vulnerability to HIV / AIDS among college students in Barbacena - MG

Aline Fonseca Lima1; Anna Corina de Andrada Couto e Andrada1; Isabela D' Heronville Piau Vieira1; Rodrigo Philippe Nogueira Reis da Silva1; Tomas Ferrao Paiva1; Leda Marília Fonseca Lucinda2; Sônia Torres Horta de Araújo3

1. Fundaçao José Bonifácio Lafayette de Andrada-FUNJOBE, Faculdade de Medicina de Barbacena - FAME. Barbacena, MG - Brasil
2. FUNJOBE, FAME. Barbacena, MG - Brasil; Universidade Federal de Juiz de Fora-UFJF. Juiz de Fora, MG - Brasil
3. FUNJOBE, FAME. Barbacena, MG - Brasil; FUNJOBE, UNIPAC-JF. Juiz de Fora, MG - Brasil

Endereço para correspondência

Sonia Torres Horta de Araujo
E-mail: soniatorres1505@gmail.com

Instituiçao: Faculdade de Medicina de Barbacena - FAME/FUNJOBE Barbacena, MG - Brasil

Resumo

OBJETIVO: Avaliar e comparar o conhecimento e a vulnerabilidade dos universitários sobre HIV/AIDS entre as áreas de saúde e outras, enfatizando o impacto desse conhecimento nas situações vulnerabilidade.
MÉTODOS: Foram entrevistados 1019 universitários, divididos entre as áreas de saúde e outras áreas. Os dados foram levantados através da aplicação de questionário aos estudantes das seguintes instituições: Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Faculdade de Medicina de Barbacena - FUNJOBE, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas Gerais (IFET) e Centro Educacional Superior Aprendiz em Barbacena - MG.
RESULTADOS: Ao avaliar a autopercepção de cada indivíduo, 479 (47,80%) acharam que o risco de contrair HIV/AIDS é pouco possível. Em relação ao uso de preservativo, aproximadamente 99% dos universitários referiram ter o conhecimento sobre a importância do seu uso na prevenção do HIV, entretanto quando questionados sobre a frequência deste uso, apenas 335 (32,87%) relataram fazer o uso contínuo. Houve maior prevalência do não uso de preservativo entre o grupo não saúde pelo motivo "desejo de ter filhos".
CONCLUSÃO: Apesar do elevado conhecimento sobre HIV/AIDS demonstrado no estudo, a maior vulnerabilidade dos universitários nas duas áreas está relacionada à baixa adesão ao uso de preservativo.

Palavras-chave: Vulnerabilidade em Saúde; HIV; Síndrome de Imunodeficiência Adquirida; Educação Superior; Estudantes; Estudantes de Ciências da Saúde.

 

INTRODUÇÃO E LITERATURA

O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que afeta o sistema imunológico responsável por defender o organismo de doenças. A síndrome da imunodeficiência adquirida, também chamada pela sigla, AIDS, é o estágio mais avançado da doença e revela epidemia de múltiplas dimensões que vem sofrendo transformações epidemiológicas significativas.1,2

De acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde de 2014, houve tendência ao declínio na incidência de HIV/AIDS de 2004 para 2014 na faixa etária entre 35 a 44 anos, representando 21,9 a 23,6% de redução. Em contrapartida, observou-se aumento de 53,2% entre jovens de 15 a 19 anos e 10,3% entre jovens de 20 a 24 anos nesse mesmo período. Em âmbito mundial, podem-se ressaltar alguns dados: diariamente, 14 mil pessoas são infectadas pelo HIV e, desde o início da epidemia, 20 milhoes de pessoas faleceram, configurando-se como um dos mais sérios problemas contemporâneos de saúde pública.3 Dados fornecidos pelo Centro de Testagem e Aconselhamento de Barbacena, nesse município e regiao, entre os anos de 2014, 2015 e 2016, revelaram 101 casos positivos para HIV/AIDS.

Houve mudança no enfrentamento da doença, com mais disseminação do conhecimento a respeito das formas de transmissão e implantação de rede pública de laboratórios para diagnóstico, acompanhamento de pacientes e suporte para pesquisas. Essas medidas, se não foram suficientes para interromper a disseminação da epidemia, têm sido capazes de aumentar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida de pessoas com AIDS.4-8 Portanto, o conhecimento sobre as formas de transmissão e a mudança de comportamento que poderia colocar o indivíduo em situações vulneráveis são importantes para a prevenção da contaminação pelo HIV. A vulnerabilidade está relacionada à qualidade das informações de que cada indivíduo dispoe sobre determinado tema, assim como a capacidade de elaborar essas informações e aplicá-las na vida prática.9

O objetivo do presente trabalho é avaliar e comparar o conhecimento e a vulnerabilidade dos universitários sobre HIV/AIDS entre as áreas de saúde e outras áreas, enfatizando o impacto desse conhecimento nas situações de vulnerabilidade.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Delineamento do estudo

O presente estudo foi observacional transversal realizado com o intuito de avaliar a vulnerabilidade em relação ao HIV/AIDS em universitários do município de Barbacena-MG.

População

Foram aplicados questionários (apêndice) em 1.019 alunos de diferentes cursos das áreas de saúde (Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia e Nutrição) e não saúde (Direito, Ciências Contábeis e Administração). Os cursos referidos foram escolhidos de acordo com os números de alunos que compunham as turmas a fim de alcançar a amostra proposta. As instituições participantes foram: Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Faculdade de Medicina de Barbacena (FUNJOBE), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas Gerais (IFET) e Centro Educacional Superior Aprendiz em Barbacena-MG.

Critérios de inclusão e exclusão

Foram incluídos acadêmicos que já haviam cursado pelo menos metade da graduação, com a finalidade de avaliar se há diferença no grau de conhecimento dos universitários que frequentam os cursos da área de saúde daqueles de outras áreas. Os critérios de exclusão foram universitários menores de 18 anos ou que se recusaram a participar da pesquisa.

Questionário e coleta de dados

O questionário utilizado foi elaborado a partir da análise de um conjunto de questionários já aplicados em outros trabalhos, sendo composto de 20 questoes abordando variáveis como perfil (idade, sexo, religiao, curso), conhecimento e vulnerabilidade relacionados ao HIV/AIDS.10-13 Para avaliar o nível de compreensão das perguntas, foi feito um projeto-piloto com aplicação de 160 questionários. Após alguns questionamentos e sugestoes pelos próprios universitários, foram feitas modificações, visando a melhor entendimento dos participantes do projeto de pesquisa.

Os pesquisadores compareceram às instituições de ensino durante o horário das aulas com a devida autorização dos professores e os questionários foram distribuídos, aplicados entre os acadêmicos para serem respondidos por escrito e depositados em urna para garantir o sigilo.

Aspectos éticos

O presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais com número de parecer: 908.991.

Análise estatística

Os resultados dos questionários foram transcritos para a planilha eletrônica e processados em software Stata versão 9.2. A existência de relação entre as variáveis estudadas foi calculada por teste qui-quadrado e exato de Fischer conforme indicado. Foram consideradas significativas diferenças com valor de p menor ou igual a 0,05.

 

RESULTADOS

Nos anos 2015 e 2016 foram aplicados questionários a estudantes de universidades de Barbacena que corresponderam a uma amostra de 1.019 participantes. Entre os universitários selecionados, 555 (54,47%) eram da área saúde, sendo: Medicina 229 (22,47%), Fisioterapia 112 (10,99%), Enfermagem 89 (8,73%), Farmácia 81 (7,95%) e Nutrição 44 (4,32%). Da área da não saúde, o número de entrevistados foi de 464 (45,53%), sendo: Direito 318 (31,21%), Administração 81 (7,95%) e Ciências Contábeis 65 (6,38%). Do total de participantes avaliados, 669 (67,64%) eram do sexo feminino e 320 (32,36%) eram do sexo masculino. A média de idade foi de 24,95±6,02.

Na Tabela 1 estao demonstrados os resultados comparados das questoes de conhecimento sobre o HIV/AIDS entre os universitários (Tabela 1).

 

 

Quando avaliadas as questoes vulnerabilidade ao HIV/AIDS entre os universitários (Tabela 2), pôde-se observar que nenhuma variável de exposição a fatores de risco demonstrou diferença significativa entre os grupos saúde e não saúde (Tabela 2).

 

 

Tanto a primeira quanto a última questao referiram-se à percepção que o participante tinha de adquirir HIV/AIDS. Foram repetidas intencionalmente, com o intuito de avaliar se houve mudança da percepção após responder as questoes propostas. Na análise dessa questao, a alternativa mais escolhida pelos estudantes dos dois grupos, independentemente do momento de aplicação, foi que o risco de contrair HIV/AIDS é pouco possível.

Em relação aos resultados, verificou-se que 1.002 (98,3%) pessoas responderam essas perguntas, sendo que 742 (74%) não mudaram a resposta, ou seja, não mudaram sua percepção quanto ao risco de adquirir HIV/AIDS. Já em relação aos estudantes que modificaram a resposta, 123 (12,3%) passaram a considerar que o risco de adquirir a doença foi maior. Os demais 137 (13,7%) passaram a avaliar que seu risco de adquirir HIV/AIDS foi menor. Houve diferença estatisticamente significante entre as respostas.

Ao se avaliar o conhecimento sobre o uso de preservativo, a quase totalidade dos estudantes indicou conhecer sua importância na transmissão do HIV. Entretanto, quando questionados sobre a frequência de uso do mesmo, 27,33% dos acadêmicos da saúde e 26,06% dos acadêmicos de outras áreas responderam não usar, enquanto 36,63% dos acadêmicos da saúde e 35,92% dos de outras áreas relataram usar algumas vezes. Na Tabela 3 estao representados os motivos que esses acadêmicos alegam para não utilizaren o preservativo. Os participantes poderiam marcar mais de uma resposta a essa questao e as marcadas como "sim" significam a não utilização do preservativo na situação em questao. Houve maior prevalência (p=0,036) do não uso de preservativo entre o grupo não saúde pelo motivo "desejo de ter filhos" (Tabela 3).

 

 

O estudo evidenciou que os motivos mais mencionados para a não utilização foram confiar no parceiro e não gostar de usar preservativo; 257 (49,61%) universitários da saúde marcaram confiar no parceiro, em comparação ao grupo não saúde, no qual 227 (53,29%) marcaram o mesmo. Já em relação a não gostar de usar, 146 (28,19%) da área de saúde e 130 (30,52%) não saúde marcaram o motivo. O único valor estatisticamente significante da Tabela 3 foi o desejo de ter filho, em que 33 (6,37%) pessoas da área de saúde responderam que querem ter filhos e 485 (93,63%) não querem. Já em não saúde, 43 (10,09%) pessoas querem ter filhos e 383 (89,91%) não querem.

Na Tabela 4 estao representados os resultados referentes à frequência de uso de preservativo dos universitários que possuem ou não parceiro fixo. Observou-se que apenas 191 (57,53%) dos universitários que sempre utilizam o preservativo durante as relações sexuais possuem parceiro fixo e 235 (94,38%) dos que afirmaram nunca utilizar o preservativo possuem parceiro fixo. Quando comparadas ambas as áreas, não houve diferença estatisticamente significativa nos resultados (Tabela 4).

 

 

DISCUSSÃO

No presente estudo foi analisado o conhecimento sobre HIV/AIDS entre universitários de Barbacena-MG e as situações mais comuns de vulnerabilidade a que eles poderiam estar expostos.

O primeiro questionamento a respeito do conhecimento da doença referiu-se à relação entre infecção pelo HIV e a existência de sinais e sintomas. A maioria respondeu que esse conceito era falso. Entretanto, quando comparado o pequeno número de acadêmicos das áreas de saúde e não saúde que acreditavam que esse questionamento era verdadeiro, registrou-se diferença estatisticamente significativa entre os mesmos. Os acadêmicos do grupo saúde relacionaram mais a doença a sinais e sintomas. Não foi possível fazer a correlação dessa diferença com outros dados de literatura. Uma possível explicação para essa diferença pode ser a interpretação diferente da pergunta. Se se considerar o paciente infectado ainda sem manifestações de imunossupressão, realmente o conceito é falso. A partir do momento em que se considera os pacientes já com algum grau de imunossupressão, pode haver certa racionalidade na resposta verdadeira e o maior contato de universitários da área de saúde com pacientes doentes pode ter alguma implicação nessa diferença estatisticamente significante.5,14

A maioria dos universitários respondeu falso aos questionamentos sobre formas infundadas de transmissão: transmissão por sabonete 86,30%, pelo compartilhamento de toalhas (87,87%), assento sanitário (74,60%) e pelo beijo (59,78%). Pesquisa de âmbito nacional com 8.000 indivíduos de 15 a 64 anos mostrou que 57,1% da população brasileira tinham o conhecimento correto sobre as formas de transmissão do HIV/ AIDS.15 Outro estudo comparou estudantes do ensino médio de 1999 e de 2010 por meio de questionários sobre o conhecimento da doença, chegando à conclusão de que os estudantes de 2010 tinham menos conhecimento sobre o HIV/AIDS e maior quantidade de dúvidas. O conhecimento sobre os mitos de transmissão da AIDS tem importância social, já que eles podem diminuir o preconceito sofrido pelos portadores.16

Nesta pesquisa, aproximadamente 99% dos participantes obtiveram a mesma opiniao sobre o uso do preservativo diminuir o risco de infecção pelo HIV, sugerindo que o conhecimento dos universitários sobre essa questao está bem estabelecido. Estudos feitos com a população brasileira e, separadamente, com a população do Nordeste corroboram os resultados deste trabalho, pois foi observada prevalência do conhecimento sobre a importância do uso de preservativo de 96,6 e 95%, respectivamente, como sendo a melhor maneira de evitar a infecção pelo HIV.17,18

No que diz respeito ao hábito de usar preservativo, o número de pessoas que "não usa" ou "usa às vezes" é, em geral, alto: os valores somados foram 330 (63,96%) universitários da área de saúde e 264 (61,98%) da área não saúde. Diante desses resultados, foi indagado o motivo de os universitários em geral não usarem frequentemente o preservativo durante a relação sexual. Os motivos mais comuns foram confiar no parceiro e não gostar de usar preservativo. De acordo com estudo feito na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia,19 a confiança no parceiro foi tida como um dos motivos mais comuns para não utilização do preservativo, o que se iguala ao presente estudo. O resultado com diferença mais significante estatisticamente entre os dois grupos foi o desejo de ter filho, que se mostrou mais alto na área não saúde.20

Levando-se em conta que a confiança no parceiro foi citada como um dos grandes motivos para não se usar o preservativo, foram comparadas as respostas em relação ao conhecimento da sua importância e seu uso. Na visão dos universitários entrevistados tanto na área de saúde 486 (87,88%) e não saúde 377 (81,43%), o seu uso em pessoas que possuem parceiro fixo é necessário. Entretanto, quando comparada à frequência de seu uso, o resultado observado não condiz com o conhecimento em questao. Esses resultados revelaram que 235 (94,38%) dos universitários que não usam preservativos possuem apenas um parceiro, inferindo que, apesar do conhecimento sobre a importância desse método de prevenção, esses indivíduos não exibiram comportamento condizente com suas respostas.

Na questao referente à autopercepção de risco para adquirir HIV, a mesma foi repetida no início e no final da pesquisa. As respostas foram alteradas após a realização do questionário, o que pode indicar autopercepção inadequada sobre a doença, já referida em outros estudos.21

 

CONCLUSÃO

O conhecimento dos universitários a respeito da infecção e das formas de transmissão do HIV/AIDS foi elevado nas duas áreas. Os dois grupos mostraram-se vulneráveis, principalmente no que se refere à relação sexual desprotegida, e demonstraram inadequada autopercepção de risco para o HIV, já que consideraram pequena a possibilidade de adquirir a infecção. Apesar do elevado conhecimento sobre HIV/AIDS evidenciado no estudo, a vulnerabilidade dos universitários das duas áreas está relacionada à baixa adesão ao uso de preservativo.

 

AGRADECIMENTOS

A todos os profissionais colaboradores, pelo incentivo e empenho dedicado à elaboração deste trabalho.

As instituições de ensino e aos universitários que foram atenciosos e colaborativos com a nossa pesquisa.

Ao Centro de Testagem e Aconselhamento de Barbacena-MG, pelo fornecimento de dados fundamentais para a pesquisa.

 

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