RMMG - Revista Médica de Minas Gerais

Volume: 15. 4

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Artigos Originais

Intenção de amamentar e a prática de amamentação em maternidades de Belo Horizonte

Mother's intention of feeding babies with breast milk and practices of breastfeeding in maternities of Belo Horizonte city, Brazil

Bárbara Corrêa de Oliveira1; Daniela Araújo Rodrigues1; Joel Alves Lamounier2

1. Bolsista de Iniciação Cientifica CNPq e FAPEMIG. Acadêmica da Faculdade de Medicina da UFMG
2. Professor Titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina UFMG

Endereço para correspondência

Joel Alves Lamounier
Rua La Plata, 14/102 - Bairro Sion
CEP: 30315-460. Belo Horizonte, MG
Tel: (31) 3285-3395
Endereço eletrônico: jalamol@medicina.ufmg.br

Data de aprovação: 15/05/2006
Data de submissão: 25/10/2005
Fontes Financiadoras: CNPq e FAPEMIG (Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de Minas Gerais)
Auxílio recebido: bolsas de iniciação científica aos estudantes participantes da pesquisa

Resumo

OBJETIVOS: Conhecer a orientação sobre aleitamento materno recebida pelas mães no pré-natal e no pós-parto imediato, em maternidades de Belo Horizonte, e sua influência posterior na decisão de amamentar.
MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal em quatro maternidades de Belo Horizonte, no período de julho de 1998 a julho de 1999, incluindo 2.161 parturientes. A amostra foi calculada com base em dados da Secretaria Municipal de Saúde sobre o número de partos ocorridos nessas instituições no ano de 1995, em torno de 5% do total em um ano. A distribuição da amostra foi aleatória, utilizando-se o calendário de semanas epidemiológicas. Os dados foram coletados através de entrevistas junto às mães, com o uso de um questionário próprio e informações dos prontuários médicos da mãe e do recémnascido.
RESULTADOS: Das 2161 mães entrevistadas, 2065 (95,5%), realizaram pré-natal. Entre essas mães, 1199 (57,8%) receberam informações a respeito da importância do aleitamento materno. Já nas maternidades, 1356 (62,7%) das mães foram informadas sobre a importância do aleitamento materno. Ao longo da gestação, 2086 (95,6%) planejaram amamentar, entretanto, no momento da entrevista, 1587 (73,4%) das mães estavam amamentando. Houve associação estatisticamente significativa entre as mães que receberam informações sobre o aleitamento materno no pré-natal e na maternidade e as mães que estavam amamentando.
CONCLUSÃO: O aleitamento materno é pouco discutido com as mães, tanto no pré-natal quanto no pósparto nas maternidades, sendo necessário salientar a importância desta ação, já que tal atitude influi positivamente na incidência e prevalência do aleitamento materno.

Palavras-chave: Aleitamento materno; Amamentação; Conhecimento materno; Amamentação

 

INTRODUÇÃO

A alimentação ideal para o lactente é, sem dúvida, o leite da própria mãe. São muitas as vantagens do leite humano quanto ao teor energético, taxa de proteína ideal ao crescimento da espécie, absorção, período de digestão, valor nutricional, capacidade de proteção contra doenças e aspectos emocionais envolvidos, comparadas ao uso do leite de vaca.1 Estudos mostram que crianças não amamentadas têm maior risco de morrer por diarréia e doença respiratória, quando comparadas com crianças amamentadas exclusivamente ao peito. Além disso, o aleitamento materno parece reduzir o risco de doenças crônicas do adulto e proteger contra a obesidade infantil2. Atribui-se ao aleitamento materno a prevenção de mais de seis milhões de mortes em crianças menores de 12 meses a cada ano. Se a amamentação ótima (exclusiva até 6 meses e parcial até os dois anos de vida) fosse praticada universalmente, mais de dois milhões de mortes, de um total de nove milhões, poderiam ser evitadas3.

Embora seja reconhecida a importância do aleitamento materno e da simplicidade de sua técnica, a sua prática não ocorre naturalmente como seria esperado.1 O processo de amamentação envolve um compromisso de entrega e dedicação. Muitas mães se sentem exigidas além de suas possibilidades, isto é, ser ao mesmo tempo mãe, mulher, dona de casa e profissional. Mesmo as mães que se sentem motivadas a amamentar necessitam de alguém que as auxilie a "aprender a amamentar", que as oriente e as incentive a amamentar4. Sabe-se que mais de 50% das mulheres optam por amamentar ou não, antes mesmo da concepção, e a grande maioria já se decidiu até o início do terceiro trimestre. A importância dos profissionais de saúde influenciando a decisão da mãe foi demonstrada em diversos estudos.3,5,6 A educação deve ser contínua durante todo o pré-natal, pois a capacidade de influenciar a mãe é inversamente proporcional ao tempo de gravidez. Além disso, é importante ter em mente que mães de menor poder aquisitivo podem ter apenas no pós-parto imediato a oportunidade de receber as informações a respeito da importância do aleitamento materno7.

O acompanhamento da gestante no pré-natal é uma oportunidade para informar e/ou ampliar o conhecimento em aleitamento materno. Entretanto, alguns estudos mostraram que a maioria das mães não é informada quanto ao aleitamento materno e que também há falta de informação nas maternidades6,7. Em relação à prática de amamentação, verificou-se que, na década de 1970, iniciou-se um verdadeiro movimento mundial para o retorno da amamentação, principalmente nos países desenvolvidos. Já nos países em desenvolvimento é a partir da década de 1980 que ocorre um melhora na disponibilidade de dados sobre a amamentação, sendo evidenciado um aumento substancial desta prática8.

Assim, este estudo teve como objetivo conhecer as orientações sobre aleitamento materno recebidas pelas mães no pré-natal e no pós-parto imediato, em maternidades de Belo Horizonte, e sua influência posterior na decisão materna de amamentar.

 

METODOLOGIA

Em estudo transversal conduzido em quatro maternidades de Belo Horizonte, sendo uma pública federal, uma pública municipal, uma filantrópica e uma ligada ao governo estadual, as mães foram entrevistadas no período de pós-parto imediato, ou seja, até 48 horas após o nascimento da criança.

Para cálculo da amostra foram inicialmente utilizados dados da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, referentes ao número de partos ocorridos nessas quatro maternidades, no ano de 1995. Tomou-se como base o valor de 5% do total de partos ocorridos no ano, o que era suficiente para análises estatísticas. Para distribuição da amostra, foi usada uma tabela de números aleatórios, de acordo com o calendário de semanas epidemiológicas para o período de um ano (52 semanas). Durante o período de uma semana, todas as parturientes no pós-parto imediato eram incluídas no estudo, não existindo critério de exclusão. Cada instituição foi visitada, em média, durante 23 semanas no período de um ano, sendo a maternidade Hilda Brandão da Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte visitada durante 24 semanas; o Hospital das Clínicas da UFMG, durante 23 semanas; o Hospital Municipal Odilon Behrens, durante 24 semanas e o Hospital Governador Israel Pinheiro/IPSEMG, durante 21 semanas.

Informações foram obtidas diretamente do prontuário da mãe e/ou da criança e também por meio de entrevistas com as mães. O instrumento para a coleta de dados consistiu de um questionário estruturado de maneira a gerar informações básicas sócio-demográficas, como idade materna, número de gestações, nível de educação etc. Também foram obtidas informações sobre apoio dos profissionais de saúde (médico e enfermeira) no período pré-natal e pós-natal e a sua influência na amamentação e no método de alimentação do recém-nascido. As participantes foram informadas sobre os objetivos do trabalho e, após concordarem, autorizaram a aplicação do questionário mediante assinatura de termo de consentimento.

Os questionários foram aplicados por acadêmicos de Medicina devidamente treinados e as entrevistas com as mães foram conduzidas no pós-parto. Um estudo piloto prévio foi realizado para fins de ajuste do questionário e treinamento da equipe. Os dados obtidos e extraídos dos questionários (variáveis dependentes e independentes) foram codificados e armazenados em disquetes de computador e analisados através do programa EpiInfo/96.

O trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMG, parecer 013/97.

 

RESULTADOS

Foram aplicados 2161 questionários no período de junho de 1998 a julho de 1999. Desses questionários, 838 (38,8%) foram aplicados na Maternidade Hilda Brandão da Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte, 640 (29,6%) na Maternidade do Hospital das Clínicas da UFMG, 337 (15,6%) na Maternidade do Hospital Municipal Odilon Behrens e 294 (13,6%) na Maternidade do Hospital Governador Israel Pinheiro (IPSEMG). Em 52 (2,4%) questionários os dados foram incompletos e não se obteve informação correta do local onde foi aplicado, sendo excluídos das análises.

A maior parte das mães entrevistadas (84,9%) tinha mais de 18 anos de idade; (2048) 94,8% das mães sabiam ler e escrever. Cerca de (880) 40,7% das entrevistadas tinham uma profissão; (415) 19,2% das mães fumavam e (298) 13,8% faziam uso de bebidas alcoólicas. A freqüência de cada parto foi a seguinte: 54,3% de partos normais, 41,3% de cesarianas e 3,7% de fórceps. Ao nascimento, 83,5% das crianças eram adequadas para a idade gestacional, 5,5% eram grandes para a idade gestacional e 8,7% eram pequenos para a idade gestacional. Quanto ao sexo, 1095 eram meninos e 1048 eram meninas, sendo que não havia informação quanto ao sexo de 18 crianças. Em relação à idade gestacional, (565) 26,1% dos recém-nascidos nasceram com menos de 37 semanas e (1526) 70,6% nasceram entre 37 semanas e 42 semanas. A maioria das entrevistadas não fazia uso regular de medicamentos durante a gravidez, e a 2090 mães foram prescritos medicamentos no pós-parto imediato.

Das 2161 mães entrevistadas, (2065) 95,5% realizaram pré-natal; sendo que (1612) 78,1% dessas mulheres realizaram de três a dez consultas (Tabela 1). Entre as mães que realizaram pré-natal, (1199) 57,8% receberam informações a respeito da importância do aleitamento materno. A importância do aleitamento materno foi objeto de discussões nas maternidades com um total de 1356 (62,7%) mães. Quando questionadas se ao longo da gestação planejaram amamentar, (2086) 95,6% das mães responderam que sim. No momento da entrevista, (1587) 73,4% das mães estavam amamentando. Entre as 551 mães que não estavam amamentando, 442 (81,5%) alegavam que o filho estava no berçário. Quanto ao desejo de amamentar, 893 (41,3%) pretendiam manter amamentação de dois a seis meses, e 703 (32,5%), de seis a doze meses (Tabela 2). Observou-se uma associação estatisticamente significativa entre as mães que receberam informações sobre a importância do aleitamento materno no pré-natal (p=0,000019) e na maternidade (p=0,0000...) e as mães que estavam amamentando durante o momento da entrevista, e também entre as mães que receberam informações sobre a importância do aleitamento materno na maternidade e as mães que pretendiam amamentar (p=0,016).

 

 

 

 

O contato mãe e filho após o nascimento ocorreu em (1702) 78,8% dos casos, sendo que, em 89,2% dos casos (1512), foi estabelecido em menos de 30 minutos. Após o nascimento, a maior parte das crianças, 1.508 (69,8%) ficaram no alojamento conjunto e 626 (29%) foram encaminhadas ao berçário. Observou-se associação estatisticamente significativa entre mães que estavam amamentando durante o momento da entrevista e as mães cujos filhos ficaram em alojamento conjunto (p= 0,0000).

 

DISCUSSÃO

O presente estudo mostrou-se de grande relevância, principalmente devido ao tamanho da amostra estudada. Vale salientar que foram enviados convites a todas as maternidades de Belo Horizonte, públicas e privadas. Mas apenas as quatro maternidades citadas acima concordaram em participar do estudo. Assim, não foi possível incluir informações das maternidades privadas. Portanto, para fins de comparação entre mães de maternidades privadas, este estudo ficou restrito.

A maioria das mães entrevistadas era maior de dezoito anos de idade e sabia ler e escrever. A relação entre escolaridade materna e amamentação é tema de diversos estudos na literatura,9,10 mas tal variável não foi analisada no presente estudo. Constatou-se que 95,6% das entrevistadas realizaram pré-natal, a maioria de três a dez consultas. Entretanto, em apenas 57,8% das mães que realizaram o pré-natal, o tema aleitamento materno foi discutido durante as consultas. Entre as mães entrevistadas que realizaram pré-natal, a importância do aleitamento materno foi motivo de discussões com apenas 57,8%. Já nas maternidades, o aleitamento materno foi discutido em percentual um pouco maior, 62,7%. Esses resultados são condizentes com estudo realizado em Pernambuco, no qual encontrou-se elevada freqüência de consultas no pré-natal, mas apenas 60% das mães receberam informações sobre o aleitamento materno.10

As maternidades incluídas neste estudo possuem alunos estagiários de Medicina e Programa de Residência Médica, portanto atuam e contribuem para a formação dos profissionais de saúde. Assim, seria de se esperar que o aleitamento materno, por sua mais que comprovada importância, fosse tema bastante discutido e difundido. A importância de tais informações reflete-se quando analisamos a relação entre as informações recebidas sobre aleitamento materno, tanto no pré-natal quanto na maternidade, e as mães que estavam amamentando durante o momento da entrevista, relação estatisticamente significativa em ambos os casos.

A maioria das crianças ficou em alojamento conjunto e houve associação estatisticamente significativa entre as mães que estavam amamentando e as mães cujos filhos ficaram no sistema de alojamento. A maioria dos estudos constatou que este sistema atua no sentido de favorecer e estimular a iniciativa do aleitamento materno.11 Entre as mães que não estavam amamentando, a maioria, 81,5%, alegou que o motivo era o fato de o filho estar no berçário. O contato mãe-filho ocorreu em 78,8% dos casos e, nesses, a maioria ocorreu em menos de trinta minutos. Observou-se também que um grande número de mulheres fez uso de medicamentos no período pós-parto imediato. Este fato chama atenção, pois pode ser fator de abandono injustificado do aleitamento materno.12,13

A promoção inadequada do aleitamento materno levou o governo a instituir programas de incentivo ao aleitamento materno, tais como a Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) e a Unidade Básica Amiga da Amamentação. Tais iniciativas, comprovadamente, têm um impacto positivo, refletindo um aumento significativo da prevalência do aleitamento materno.14,15,16,17 Esses programas poderiam ser mais incentivados tanto em Minas Gerais quanto em Belo Horizonte, especialmente o programa IHAC, já que ainda é pequeno o número de hospitais e maternidades nesta categoria.18

 

CONCLUSÃO

O aleitamento materno ainda é pouco discutido com as mães, tanto no período do pré-natal quanto no pós-parto nas maternidades. Portanto, é necessário salientar a importância desta ação pelos profissionais de saúde, visto que tal atitude influi positivamente na incidência e prevalência do aleitamento materno. O estudo mostrou também a necessidade de implementação de políticas públicas na melhoria da assistência no pré-natal na rede assistencial de Belo Horizonte.

Agradecimentos

Este estudo somente foi possível com a colaboração das seguintes instituições: Hospital das Clínicas da UFMG, Maternidade Hilda Brandão da Santa Casa de Belo Horizonte, Maternidade do Hospital Governador Israel Pinheiro - IPSEMG e Maternidade do Hospital Municipal Odilon Behrens. Aos estudantes da Faculdade Medicina - UFMG.

 

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